O negócio da revolução

Da Redação

A semente do golpe no Brasil foi lançado da mesma maneira que em outros países, especialmente do Oriente Médio. A “primavera” sem nome ganhou às ruas do Brasil “do nada”, impulsionada por uma campanha articulada pelas mídias sociais, com apoio da mídia golpista.

Diz a apresentação no Youtube: “A grande lição que fica deste documentário – O Negócio da Revolução – é a prova cabal de que nem tudo é “espontâneo”, por exemplo, na Primavera Árabe. Ficamos sabendo que há um roteiro “hollywoodiano” por trás de muito do que aconteceu até no leste europeu.

O historiador Renan Vega Cantor define essas “Revoluções” como “o resultado de um roteiro estabelecido nas usinas intelectuais do imperialismo, que se conhece pelo eufemismo das ‘revoluções coloridas’, uma típica estratégia made in USA.”

Entre as “revoluções coloridas” bem sucedidas estão a Revolução do Bulldozer de 2000, na Sérvia, a Revolução Rosa, na Geórgia, em 2003; a Revolução Laranja, na Ucrânia, em 2004; e a Revolução das Tulipas, no Quirguistão, em 2005.

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